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História Antiga: Egípcios

   
    Imagem: foto do acervo pessoal de Mateus de Souza Cordeiro. 

    Imagem capturada no Museu Egípcio da AMORC, em Curitiba, no Paraná.




Os egípcios pensavam o mundo conforme o seu modo de viver: estavam cercados por desertos, tinham o apoio de um forte rio, o Nilo, que não recebia água da chuva e nem de afluentes. As cheias eram resultado das chuvas na África tropical. Para os Egípcios, isso era um evento misterioso, uma providência divina. Os Egípcios interpretavam o mundo como manifestações ocorridas por conta de forças superiores. Acima de todas as divindades estava o deus Sol, e também, o próprio Faraó era visto como uma divindade na terra.

 O mito era uma forma de explicação para processos naturais que estavam sem respostas no pensamento Egípcio, tais como a criação do mundo, a criação da raça humana, e também sobre a própria morte e o que acontecia após ela. O mitos, além de tentar explicar ou justificar algum acontecimento, passavam valores éticos que deveriam ser seguidos e também ensinados as próximas gerações.

 No Egito antigo haviam três modos de cultos: o oficial, o popular e o funerário. O culto oficial era realizado pelo Faraó e pelos sacerdotes em homenagem e devoção aos deuses do Egito. O culto popular é o mais difícil de ser identificado, já que esse segmento não deixou artefatos que perdurassem com o da realeza ou o da nobreza egípcia. Esse culto era realizado no lar e em capelas nas cidades, e pequenas regiões. As práticas funerárias tinham a função de preparar a pessoa para a outra vida (pós-morte). Quanto mais abastado fosse o egípcio, mais complexo era seu funeral. De um modo geral o ato funerário envolvia o processo de mumificação, o preparo da tumba, o enxoval funerário e ritos como o da abertura de boca.

 As práticas religiosas e mágicas também serviram a monarquia divina dos Faraós, onde se utilizavam desta práticas para atrair a atenção do povo para ter um certo controle social, e para servir de propaganda para o governo.



Trabalho realizado por Mateus de Souza Cordeiro para a matéria de História Antiga, do 1º ano do curso de licenciatura em história da Universidade Estadual do Paraná, UNESPAR, ministrada pelo Prof° Dr° Lucas Alves da Silva. 

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